segunda-feira, 10 de outubro de 2016

"General inglês" monta cenário provável de ataque geral da Rússia em 2017



Sir Richard Shirreff, comandante supremo da NATO até 2014:“Temos que julgar Putin pelos seus gestos, não por suas palavras. Ele invadiu a Geórgia, a Crimeia e a Ucrânia”

O general britânico Sir Richard Shirreff, Comandante Aliado Supremo da OTAN na Europa entre 2011 e 2014, escreveu um livro-ficção: 2017 War with Russia (“2017 Guerra contra a Rússia”).

Trata-se de um exercício de projeção tática sobre como poderia acontecer um temido ataque russo contra o Ocidente. O panorama montado foi tido como inteiramente plausível pela BBC, escreveu o jornal inglês“The Independent”. 

O general prevê como mais provável um ataque contra os Países Bálticos: a Estônia, a Lituânia e a Letônia. 

Esses países são os menores nos confins da Rússia e os mais apetecíveis. Acresce que a corajosa luta da Lituânia pela sua independência acelerou o processo de derrocada da URSS. A “nova URSS” ficou por isso com o sangue no olho.

O general Shirreff considera que, no caso de uma guerra, Putin apelará para a bomba atômica. Isso está de acordo com o pensamento militar russo, as fraquezas defensivas do Kremlin e os mal-estares internos na Rússia. A hipótese poderia se concretizar em 2017.

“Temos que julgar o presidente Putin pelos seus gestos, e não por suas palavras. Ele invadiu a Geórgia, a Crimeia, a Ucrânia. E apelou para a força para atingir seus objetivos”, observou o general Shirreff.



Se ele atacar algum país báltico, a OTAN ficará obrigada a obedecer o artigo 5 de sua Carta fundacional, que declara que um ataque a qualquer um de seus membros é um ataque contra todos.

Segundo Shirreff, Putin alegaria que age para proteger as minorias russófonas nesses países, mas só tomaria a iniciativa se perceber que a NATO se mostra indecisa ou desanimada. 

Este cenário poderia se verificar caso o candidato Trump ganhe a eleição presidencial e, como já acenou, retire o apoio americano à Aliança Atlântica. 

Reunião geral da NATO em Varsóvia

De momento, a OTAN está reforçando suas defesas nos Países Bálticos. Mas, segundo o general, é preciso montar resistências suficientemente altas para dissuadir qualquer agressor que queira desafiar o risco, pois elas não estão tão altas como deveriam.

A reunião da OTAN em Varsóvia em inícios deste mês não teve precedentes desde o fim da Guerra Fria e da Ata Fundacional de 1997 que rege as relações OTAN-Rússia e que estabele a redução das forças convencionais na Europa e na Rússia. 



Putin tem grandes amigos no Ocidente que partilham o ideário socialista.
Na foto, com o presidente socialista francês François Hollande.

Os EUA anunciaram a instalação de 1.000 soldados na Polônia, enquanto que a OTAN enviará quatro batalhões multinacionais (entre 600 e 1000 soldados cada um) para a Polônia, Estônia, Letônia e Lituânia visando tranquilizar os Países Bálticos que acusam Moscou de expansionismo. 

As decisões fazem parte do plano de resposta da Aliança em face de uma eventual agressão russa, noticiou “La Nación”.

Para o “The New York Times” a reunião de Varsóvia foi reveladora de rachaduras preocupantes na Aliança. Paris, Bonn e Roma estão dando sinais de amizade ao governo de Vladimir Putin.

O primeiro ministro da Itália Matteo Renzi tomou parte do Fórum de São Petersburgo criado para contrastar o Fórum de Davos. O presidente socialista francês Hollande acenou uma distensão favorável ao Kremlin. 

Por sua vez, o ministro de relações exteriores e líder social-democrata alemão Frank-Walter Steinmeier criticou os grandes treinos conjuntos realizados em junho na mesma Polônia e saiu em defesa da Rússia que segundo ele se sentiria provocada. 

“Putin está testando todos esses países e os está dividindo”, comentou Nicholas Burns, ex-embaixador EUA na OTAN. 

O fato é que Putin manifesta ter bons amigos de tendência socialistas nesses governos e que se sentem mais a vontade com a saída da Grã-Bretanha da União Europeia. 

No Vaticano, onde a afinidade do Papa Francisco I com Putin foi reforçada em encontros pessoais, o jornal “L’Osservatore Romano” (09.07.16) comentou a mudança operada na Europa durante a administração Obama que está concluindo. 

O jornal vaticano acenou com “outros tempos”. Obama deixou um Ocidente fragilizado, a Europa atacada pelo ISIS, não tendo ele nem a UE apresentado uma atitude coesa e tendo aberto flancos para a ascensão da estrela de Moscou. 

Durante a Conferência 2016 de Segurança em Munique, o Secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, tinha falado em termos concretos sobre o perigo que representa o poder nuclear russo.

Ele destacou que as ameaças e os exercícios russos que estavam em andamento, levando equipamentos portadores de armas atômicas, “visam intimidar seus vizinhos”.

E acrescentou: “Estamos vendo um modelo perigoso na conduta russa: anexação, ações agressivas e intimidação. O conflito na Ucrânia está se aprofundando com um custo horrível para os civis. 

“As causas são claras e não podem ser negadas. A Rússia continua fornecendo treinamento, equipamentos e tropas para apoiar os separatistas. Ela continua desestabilizando a Ucrânia, em agudo desrespeito à soberania e à integridade territorial do país.”

Discurso do secretário geral da NATO Stoltenberg sobre a ameaça nuclear da Rússia, na 2016 Munich Security Conference



Cúpula da OTAN em Varsóvia reforça medidas contra eventual ataque russo:


#Terceira guerra mundial mais próxima do que nunca: Putin prepara 40 milhões de russos para possível guerra nuclear




O reinado de Vladimir Putin continua a ser forte e poderoso. Ele continuou a exibir o orgulho da Rússia através da sua liderança, quer se concorde com a sua abordagem ou não. Ele manteve-se bem sucedido na posição que está. Putin agora tem mais a dizer, e não é uma coisa boa. Ele teria dito a civis da Rússia para participar de um importante exercício de defesa, que será composto por cerca de um terço da população que é cerca de 40 milhões de cidadãos. PUTIN SE PREPARA PARA DEVASTAÇÃOA Rússia acredita que um ataque pode ser mais provável do que nunca para ocorrer porque o Estados Unidos cortou laços com a Rússia sobre a guerra síria. Embora o rótulo dado a esta guerra seja a “Guerra da Síria,” há uma forte crença de que esta é simplesmente uma expressão polida do que realmente é a terceira guerra mundial. Apesar do comportamento calmo de Putin, ele esta de fato preocupado com a segurança de seu povo e seu país como muitos dos super poderes do mundo estão na Síria e as relações externas, em geral, têm continuado a diminuir para o pior. Um erro poderia ativar a ideia infame da terceira Guerra Mundial. Mais de 200.000 unidades de especialistas são esperados para estar envolvido no treinamento de defesa. Muitas figuras de topo e figuras de autoridade, também estarão presentes durante o treinamento. Há também a crença de que o governo pode ter criado bunkers de defesa na capital, em Moscou , que é capaz de manter mais de 12 milhões de pessoas, em caso de Moscou vier sob o ataque de repente. Putin afirmou que todos os cidadãos, em Moscou devem ser protegidos antes de que os bunkers fossem realmente construídos. A guerra entre a Rússia e os EUA poderia revelar-se catastrófica pois ambos são conhecidos por estarem carregados com armamentos poderosos. Putin supostamente tem um plano apocalíptico que iria instantaneamente atacar os Estados Unidos se alguma coisa ocorrer e a Rússia considerar como uma ameaça. O mundo precisa se preparar para o evento cataclísmico que podem mudar completamente a forma como o mundo funciona, especialmente se os EUA e a Rússia ir cabeça a cabeça.  Veja também: Putin faz alerta após piadas: “A Rússia poderia destruir os Estados Unidos apenas em meia hora”

domingo, 9 de outubro de 2016

#"Alemanha prepara população para catástrofe com dimensão de guerra mundial



A Alemanha se encontra em estado de alerta após os mais recentes atentados islâmicos. Berlim

O governo alemão recomendou a seus cidadãos a armazenagem de alimentos e água em casa na previsão de um ataque terrorista ou uma catástrofe, preanunciou o sisudo e acatado jornal ‘Frankfurter Allgemeine Zeitung’ numa edição dominical referida pela agência EuropaPress. 

O plano é de uma gravidade sem igual desde o fim da II Guerra Mundial e da Guerra Fria. 

A Alemanha se encontra em estado de alerta após os mais recentes atentados islâmicos. Berlim havia anunciado uma série de medidas que incluem verbas extras para as forças de segurança e a criação de uma unidade especial contra o crime informático e o terrorismo.

Agora o Conselho dos Ministros aprovou no dia 24 de agosto uma ação de envergadura nacional. Trata-se do “Conceito para a Defesa Civil” pelo qual a população será instada a“acumular comida e água para sobreviver durante dez dias”, naquilo que a Deustche Welle apresenta como “Preparando-se para o pior”. 

Assim diz o plano do Ministério do Interior resumido pelo jornal de Frankfurt e pela rádio oficial “Deustche Welle”. O relatório se inspirou numa ideia elaborada por um comitê parlamentar há quatro anos.

“Pedir-se-á ao povo que se prepare apropriadamente para qualquer evento que possa ameaçar nossa existência e que não se possa descartar categoricamente no futuro”, diz o relatório.

O documento também recomenda pôr em andamento um “sistema de alarma fiável” e reforçar as estruturas dos prédios em função de uma possível tragédia.

Por sua vez, a agência oficial Deutsche Press Agentur (DPA) citou que o de acordo com o projeto confidencial o governo pensa “restaurar o sistema de alistamento militar em todo o país em tempos de crise” como poderiam ser as situações nas quais a Alemanha precise de tropas para “defender as fronteiras exteriores da OTAN”.

O povo alemão já passou por grandes calamidades nas guerras mundiais e nos tempos em que era possível uma invasão russa. Tratou-se de conflitos imensos que justificaram medidas do gênero.

Malgrado a gravidade dos atentados islâmicos – o de Colônia e outras grandes cidades no Ano Novo, por exemplo – nenhum deles teve dimensão para uma preparação nacional na perspectiva de um evento capaz de “ameaçar nossa existência”, como declarou o porta-voz do Ministério do Interior.

O povo alemão habita sua terra há quase dois milênios e sabe em linhas gerais quais catástrofes naturais podem lhe acontecer.

A preparação que o governo alemão está montando dificilmente se entende em função apenas de atentados islâmicos ainda que maiores, ou uma catástrofe natural ainda que historicamente nunca havida.

Essa preparação se entendeu em períodos de guerras mundiais, e no presente faria sentido em face de uma eventual guerra mundial ou ataque atômico. 



Nessa hipótese, a única potência que poderia provocar essa desgraça é a Rússia de Vladimir Putin que já insinuou essa horrenda perspectiva mirando o Ocidente.

Concomitantemente, o governo alemão fez saber que o Exército Alemão, a Bundeswehr, treina tropas para serem dispostas nas suas fronteiras. É a primeira vez que isso sucede desde o fim da II Guerra Mundial, noticiou NBC News. 

O temor alegado é o de ataques terroristas. Porém, mais uma vez, a amplidão da manobra supera de muito longe a magnitude da preparação.


A ministra de Defesa Ursula von der Leyen 
conversa com soldados na base de Ohrdruf, Alemanha.

Ela é mais típica de um contexto de guerra, e mais especificamente de guerra híbrida. 

O exército estabelecerá laços privilegiados com a polícia em matéria de contra insurgência.

Potenciais ataques de grande escala tornaram “concebível e até provável” o engajamento de unidades militares alemãs, disse o general Martin Schelleis, chefe das operações conjuntas. 

Os planos envolvem o combate de soldados em operações anti-terroristas. As tropas serão preparadas para assumir o controle de locais públicos. O fato evoca uma preparação para reagir a manobras de guerra híbrida como a dos “pequenos homens de verde” na ocupação russa da Crimeia.

Em 2012, a Corte Constitucional emitiu resolução abrindo o caminho para a intervenções da Bundeswehr nas ruas alemãs no contexto de um ataque.

Fonte: http://flagelorusso.blogspot.com.br/2016/09/alemanha-prepara-populacao-para.html

# "ANÚNCIO DE EMERGÊNCIA": A 3ª GUERRA MUNDIAL JÁ ESTÁ POR AÍ; LEI MARCIAL E O COG!!



Uma das minhas melhores fontes emitiu o alerta mais severo que eu já recebi.


Você vai acordar em um preguiçoso domingo de manhã e perceber que o mundo como você conhece , poderá ser transformado em um momento. Que aparece no The Common Sense Show cerca de 6 meses atrás, Steve Quayle disse: "O que está vindo não , ele já está aqui". Umas das palavras mais verdadeiras que nunca foram faladas .

Terceira Guerra Mundial

A Terceira Guerra Mundial está sobre nós. Talvez, haverá uma pausa temporária e as forças hostis vão retirar como o que aconteceu durante a crise dos mísseis cubanos, que teve lugar durante a JFK administration .No entanto, não estou otimista com base no que eu soube nas últimas 72 horas.

Muitas vezes, as palavras coletivas da Mídia Independente sobre planejados ataques de falsa bandeira pelos globalistas através da exposição do evento (por exemplo H1N1 surto de 2009). Hoje, as minhas palavras e as palavras de ninguém da comunidade Patriota terá qualquer impacto, exceto para alertar o público em geral para se preparar da melhor forma que puder. Se não vai ser uma guerra, nós, o povo não temos nenhuma palavra sobre a manifestação da III Guerra Mundial ou a cessação das hostilidades, que poderiam evitar uma guerra. No presente claro que estamos diante, da Terceira Guerra Mundial que vai acontecer. Abaixo está uma conversa que apenas tive com a minha fonte ex-militar / inteligência muito melhor que ainda está muito ligado.

"... Dave, as férias você tenha planejado, cancele-as. Quando você sair para o trabalho o trabalho de manhã, leve suprimentos com você e uma maneira de se proteger ".


Eu perguntei, "Por que, o que está acontecendo?"


"Há planos em vigor sob a continuidade do governo (COG), que irá fechar estradas, pontes e estradas e desligar o acesso às cidades. Vão dar ordens de atirar para matar os infratores. Quando a guerra começar, você terá uma janela de 60-90 minutos, se você tiver sorte, fazer algumas viagens limitadas e, em seguida, então você vai ser confinado à área que você está dentro. E isso é supondo que você não está em um área alvo, caso em que a sua preparação não importa. A noção de que não será inicialmente os campos FEMA abertos que irão alimentar e da casa você até que a crise acabe é falsa. Você não vai estar indo para o ginásio da escola alta para dormir e para se alimentar. Este país tem nenhum plano de defesa civil em vigor para proteger os seus cidadãos. COG existe não para salvar vidas americanas, mas para ajudar o governo e outras pessoas-chave para sobreviver durante a guerra ou um desastre natural, bem como para impedir uma contra-revolução em tempos de guerra, ou a guerra antecipada com os principais funcionários de bancos pelo governo corporativo como o destino das pessoas, grupos paramilitares e as tropas americanas rebeldes que desertaram. Você sabe que eu estou correto, porque você cobriu UWEX 16.

COG é projetado para neutralizar quaisquer esforços de organização das pessoas, a polícia local e várias unidades militares que não vão estar a bordo com o que está por vir. O COG poderá ser estendido em primeiro lugar, mas isso não é provável, porque ele iria derrubar fora os russos de que a guerra é iminente e que provocaria um primeiro ataque russo ou chinês! Então, eu acho que nós temos 60-90 minutos, uma vez tomada a decisão de ir à guerra para chegar em casa e lá você vai ser preso.

Você tem feito um grande trabalho alertando o público para ser auto-suficiente. No entanto, a maioria não tem ouvido os avisos de si e dos outros. Você terá que ser capaz de se defender o dia todo e espero que suas alianças estejamem vigor porque você não pode ir sozinho. Nosso país nunca experimentou nada como o que está prestes a experimentar ... "

Eu não tenho sido capaz de dormir desde que tive essa conversa. Esta conversa é muito semelhante ao que Paul Martin teve com sua melhor fonte.


Este não é o Lone Voice na Região Selvagem

Se eu sofria de dissonância cognitiva, gostaria de descartar o que foi escrito a este ponto como um ponto de vista de uma fonte anônima. No entanto, existem várias fontes bem colocados dizer o mesmo. Por exemplo, Paul Martin de Revolutionradio.org contactou-me ontem e afirmou que Putin havia mudado armas nucleares táticas nas proximidades da Estónia e Lativa. As tropas russas estão mobilizadas na fronteira com a Polônia. Eu escrevi para Steve Quayle e perguntou se ele estava ciente disso e ele disse "sim". Entrei em contato com duas outras fontes e eles tinham versões ligeiramente diferentes, mas essencialmente os fatos foram confirmados.

Além disso, como eu começaram a perguntar a partir de fontes anteriores sobre a consciência desses eventos, soube por que estamos de volta no Iraque. Nós não estamos perseguindo ISIS (lol), estamos lá instalando armas nucleares táticas com escudos de mísseis modificados. Este foi um sinal claro de que estamos planejando atacar a Síria e o Irã. Isto, em parte, é o que definiu Putin quando ele exigiu da OTAN a desocupar Europa Oriental ou será atacada. Além disso, soube que os militares do Vietnã elevaram seu nível de prontidão. Os chineses, por sua construídas ilhas artificiais no Mar da China do Sul, tem ido em alerta elevado assim como os norte-coreanos. É por isso que os EUA e os sul-coreanos foram envolvidos em exercícios militares maciços ao longo dos últimos seis meses. Além disso, estamos armando os sul-coreanos a um alto grau. Quando a guerra irromper da Guerra da Síria ou Europa Oriental, China e Coréia do Norte são esperados para fazer seu movimento também.

Foi-me dito por uma fonte de inteligência secundária que se eu deva perder meu sinal do satélite na minha TV, a guerra já está em andamento e eu teria 30 minutos para reagir e estar no lugar em uma área que eu gostaria de ser. Eu soube imediatamente que ele queria dizer como escrevi recentemente um artigo que a Terceira Guerra Mundial vai realmente começar no espaço como todos os lados vão tentar derrubar os olhos e ouvidos do seu comando e controle e isso significa que o uso de satélites assassinos para derrubar os satélites do outro lado.


A entrevista de Paul Martin

Com base na gravidade dos eventos e adiantado por hora, Paul e eu decidimos fazer uma entrevista apressada que será lançado no início desta manhã. Esta decisão foi tomada porque não sabemos quanto tempo que vamos ter as nossas comunicações disponíveis e funcionando.

A entrevista a seguir contém algumas revelações impressionantes, como capacetes azuis da ONU em solo americano que estão embutidos na sociedade americana (por exemplo, área de Seattle).

Este artigo irá fechar com a entrevista Paul Martin que foi gravada no final do 10/8 início 10/9 em período de tempo. Tem detalhes impressionantes em entrevista improvisada não ensaiada. Esta entrevista também analisa a progressão de ameaças que saem da Rússia nos últimos 3 dias. 

Atualizações serão fornecidas, desde que as comunicações estejam funcionando.





sábado, 8 de outubro de 2016

#A capitulacionista política vaticana de aproximação com o comunismo vista por um historiador...

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Prof. George Weigel: Ostpolitik de João XXIII, Paulo VI 
e do Cardeal Casaroli foi um fracasso

A política de aproximação do Vaticano com o comunismo ou Ostpolitik, iniciada na década de 1960 sob o bafejo de João XXIII e Paulo VI, não só não deu os resultados esperados, mas se revelou desastrosa para os católicos sob a tirania marxista, escreveu George Weigel, pesquisador do Centro de Ética e Política Pública, de Washington. Seu artigo foi reproduzido no site da insuspeitaUnisinos. 

Segundo Weigel, a Ostpolitik chegou perto de destruir o catolicismo na Hungria, onde em meados da década de 1970 a chefia da Igreja estava sob as ordens do Partido Comunista. Este também estava no controle de fato do Colégio Húngaro, na própria Roma!

Na Tchecoslováquia, a Ostpolitik sacrificou ativistas católicos dos direitos humanos, nada fez por aquelas bravas almas católicas que resistiram ao regime, e fortaleceu um grupo de colaboradores clericais que serviam de fachada para o Partido Comunista e suas repressões.

Na Polônia, os diplomatas vaticanos tentaram continuamente deslocar os bispos que resistiam às propostas de colaboração com o marxismo.

Em Roma, a Ostpolitik favoreceu uma forte penetração das agências de inteligência secreta comunistas no Vaticano, incluindo a KGB, a Stasi (da Alemanha Oriental), a StB (da Checoslováquia), a SB (agência polonesa) e a AVH (húngara). 



Observadores do Patriarcado de Moscou, 
disfarçados agentes da KGB, chegam para vigiar 
que o Vaticano II cumpra a promessa de não condenar o comunismo.

Durante o Concílio Vaticano II, Moscou obteve 
que aquela magna assembleia não proferisse condenação alguma dos erros comunistas, favorecendo a repressão dos católicos resistentes anticomunistas e a consolidação das ditaduras marxistas nos países oprimidos pelos seguidores de Lênin, Stalin e Mao Tsé-Tung. 

Nos anos seguintes ao Concílio, agentes do bloco comunista operavam em instituições e na imprensa vaticanos, comprometendo as negociações tão valorizadas pelo Cardeal Casaroli e seus apoiadores. Homem-símbolo e grande artífice dessa funesta política, o cardeal chegou a ser nomeado Secretário de Estado.

Weigel considera que tudo isso está bem documentado, graças a materiais hoje disponíveis nos arquivos dos órgãos de segurança estatais geridos pelos regimes comunistas. 

Congressos promovidos por pesquisadores acadêmicos vêm peneirando as provas e analisando os métodos empregados; livros foram publicados explorando esta história fascinante – para não dizer de sinistro mau gosto. 

Não obstante, importantes diplomatas do Vaticano continuam a insistir, ainda hoje, que a Ostpolitik foi um sucesso – escreve Weigel. E um sucesso tão grande, queatualmente está servindo de modelo para a diplomacia vaticana do século XXI ao redor do mundo, especialmente com a “nova Rússia” de Vladimir Putin e a ditadura maoísta, que continua impertérrita em Pequim!

Hoje – segundo Weigel –, nenhum estudante sério que se debruce sobre este tema julga que a Ostpolitik foi um sucesso. Os que afirmam que ela foi um vento bem-sucedido são, ou deliberadamente ignorantes, ou obtusos e indispostos a aprender com o passado.

Quanto à “nova Ostpolitik”, onde estarão os seus exemplos de sucesso?

Na Síria, onde dezenas de milhares de pessoas morreram e uma crise de refugiados maciça emergiu desde que a Santa Sé montou uma campanha contra a intervenção militar ocidental para lidar com o ditador assassino Bashar al-Assad?





Weigel: reconfiguração sincera da Cúria Romana pede que a diplomacia vaticana
comece reconhecendo que a Ostpolitik foi um fracasso

Na Ucrânia, onde a Santa Sé ainda tem que descrever falsamente como “guerra civil” uma invasão russa brutal e cada vez mais letal, à parte oriental do país? 

Em Cuba, onde a situação só piorou para os ativistas católicos dos direitos humanos após as visitas dos papas Bento XVI e Francisco? 

Nos países bálticos, onde a intimidação russa, a desinformação e as provocações estão deixando os católicos lituanos bastante nervosos, vendo que a Santa Sé mantém-se em silêncio? 

Na Venezuela, país católico a desmoronar sob o regime maluco de Nicolas Maduro, sucessor do ainda mais odioso Hugo Chávez?

Uma reconfiguração sincera das posturas da Cúria Romana que vem sendo anunciada pelo Papa Francisco pede que a diplomacia vaticana comece reconhecendo francamente que a Ostpolitik de João XXIII, Paulo VI e Agostino Casaroli foi um fracasso, conclui o renomado historiador.
FONTE:  Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blog

#Os católicos idiotas úteis ajudando o GLOBALISMO, de George Soros da Nova Ordem Mundial.





Uma série de documentos notáveis foram vazados pela Wikileaks recentemente. A “sociedade aberta” de George Soros (Open Society Policy Center), ao que parece, fez doações de 650 mil dólares a duas organizações religiosas ou “baseadas na fé”. Inicialmente, isso pode se assemelhar a uma conversão religiosa de Soros. Mas não é. Indo mais fundo, essa motivação filatrópica possui um motivo bem mais banal: a política. No entanto, havia uma dimensão bastante interessante para as doações a esses dois grupos – “PICO” e “Fé na Vida Pública” (Faith in public life, FPL) - que, além de serem “baseadas na fé", gerenciam redes de ativistas “grass roots” (grass roots em inglês significa “pessoas separadas da elite” ou “gente comum”). Soros estava contribuindo para recrutar 10 mil voluntários, enquanto treinava outros 3.500 para uma mobilização, a fim de influenciar a Igreja Católica em 2015 durante a visita do Papa Francisco aos Estados Unidos. Num primeiro momento, as doações parecem benignas. Como presidente de um grupo não-partidário, eu entendo que é preciso dinheiro para disseminar as ideias de uma organização às pessoas religosas. O que é desconcertante, no entanto, é a intenção política (muito óbvia pelos documentos) para manipular os líderes da Igreja Católica. Tem-se a impressão de que Soros e seus companheiros de viagem enxergam as lideranças das comunidades religiosas em geral e, principalmente da Igreja Católica, como meros idiotas úteis a serem manipulados para promoção de suas agendas políticas e secularistas. Apesar disso, os “justiceiros sociais” dessas duas organizações beneficiadas por Soros (PICO e FPL) aparentemente não possuem nenhum escrúpulo moral sobre o recebimento de dinheiro de fontes que, a julgar por várias “empresas” de caridade de George Soros, veem a Igreja Católica e outros grupos religiosos tradicionais como uma grande parte dos problema sociais que procuram erradicar. De acordo com os documentos vazados, uma parte das doações monetárias de Soros foi gasta promovendo John Gehring, um ex-assistente de diretor de mídia, na Conferência dos Bispos Católicos dos EUA, como comentarista dos meios de comunicação nacionais de mídia. Gehring entrou em conflito com os bispos católicos em 2012 após a emissão de uma nota que fornecia aos jornalistas perguntas antagônicas para confrontarem os bispos sobre a Quinzena da Liberdade religiosa daquele ano. Ele também encorajou os jornalistas a desafiarem qualquer alegação de que a Primeira Emenda de garantias de liberdade religiosa estava sob ataque. A visita do Papa Francisco aos Estados Unidos, em 2015, seguiu o lançamento, no início do ano, de sua encíclica “Laudato Si”. Ambas definiram não apenas o cenário da Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, em Paris, mas um amplo debate religioso e político sobre essas questões, precisamente o que o Santo Padre pretendia. Os documentos vazados revelam, entretanto, que o FPL e a PICO tinham muito mais que um debate como seu objetivo. Eles queriam, por exemplo, “arregimentar bispos para mais expressar publicamente mensagens de justiça econômica e racial, a fim de criar uma massa crítica de bispos que estejam alinhados com o Papa”. Eles também relatam que “os grupos locais de PICO estão capitalizando a dinâmica da visita do Papa, como planejado, para pressionar por uma série de reformas políticas estaduais e locais, inclusive em Minnesota, um estado com população católica significativa nas regiões suburbanas e rurais, onde dezenove paróquias e, distritos-chave legislativos estão prontas a apoiar campanhas legislativas para obter carteiras de motorista para imigrantes, regular empréstimos individuais, e aumentar, em todo o estado, licenças familiares pagas. Os 650 mil dólares também ajudaram a lançar as sementes para os esforços de PICO e FPL para “mudar as prioridades da Igreja Católica nos Estados Unidos para se concentrar em questões de injustiça e opressão". Outros detalhes dos múltiplos vazamentos de minutas de reuniões da Open Society revelam o trabalho de uma rede política “progressista” que se estende para além da PICO e da FPL nos corredores do próprio Vaticano. “A fim de aproveitar este momento, vamos apoiar as atividades organizadas pela PICO para envolver o Papa em questões de justiça econômica e racial, usando inclusive a influência do Cardeal Oscar Rodriguez Maradiaga, assessor do Papa, e enviar uma delegação para visitar o Vaticano na primavera ou no verão, para permitir a ele ouvir diretamente os católicos de baixa renda da América”. As minutas continuam: “ao aproveitar a visita papal para mostrar a crítica ao que o Papa chama de “uma economia de exclusão e desigualdade” e sua rejeição às teorias de redistribuição, PICO e FPL vão trabalhar para construir uma ponte visando maior conversa sobre as preocupações econômicas básicas e mudar paradigmas e prioridades nacionais na preparação para a campanha presidencial de 2016”. Tendo em conta os esforços evidentes contra alguns grupos de ativistas de base religiosa, que essencialmente parecem perto de influenciar a atual campanha presidencial e até mesmo levantar dinheiro usando a imagem do Papa Francisco, eu acredito que o investimento do sr. Soros foi bem sucedido. Isso não é educação. Isso é manipulação política, a fim de colocar a Igreja Católica na agenda política do sr. Soros; um esforço cínico, bem financiado, para explorar os fiéis e atingir fins morais e políticos duvidosos. O Sr. Soros deveria ser condenado por usar seu dinheiro dessa forma, e as organizações baseadas na fé que o aceitaram deveriam ter vergonha. Publicado no Washington Times. O padre Robert A. Sirico é presidente do Acton Institute em Grand Rapids, Michigan. Tradução: Dayane Mota e Milena Popovic

Globalismo: a cartada sionista.




Alguns percalços na vida pessoal me impedem de continuar a série de posts que tinha começado há alguns dias, de modo que terei que concluir o assunto, de suma importância para entendermos o próprio contexto político português pois o Brasil fornece um excelente caso de estudo, mais tarde, especialmente porque o futuro do Ocidente se joga aqui, na Europa.

É no embate entre os seus povos e as suas elites que está o futuro do mundo, sem descurar a importância do que sucederá nos EUA. É mais provável que uma ruptura bem sucedida se dê por cá, abrindo as portas para um novo realinhamento de forças no mundo que contraponha eficazmente o desafio chinês e o perigo globalista, impedindo o envolvimento de todo o Ocidente numa guerra contra a Rússia, o que, em teoria, abriria as portas para uma hegemonia chinesa. Quanto aos EUA, tudo me leva a crer que a sua desestabilização levará à guerra civil e a uma intervenção externa, tornando-se irrelevante para o futuro do mundo, a não ser que os seus patriotas consigam derrubar o governo de ocupação globalista. Ainda assim, isso simplesmente levaria os EUA ao isolacionismo, o que não seria mal de todo. A cartada globalista, estou convicto, falhará, mas isso pode acontecer com ou sem a destruição do Ocidente, dependendo isso da capacidade dos povos europeus de reconquistarem o velho continente, hoje sob ocupação globalista.

Durante muitos anos especulei a respeito da aparente inaptidão das elites ocidentais, e não falo da classe política, mas sim dos que estão por cima dela, intrigado com o desleixo a que votaram o arsenal nuclear, garantia última contra um inimigo determinado a destruí-la. Apesar da habilidade política russa, que é inegável, ainda assim estranhava como foi possível deixar que a URSS desenvolvesse o seu arsenal, inclusive ajudando-a com a cedência de algumas tecnologias, de modo a fazer a balança pender para o seu lado no fim dos anos 80, dando-lhe uma superioridade gigantesca nos dias de hoje, tanto a nível de números como a nível de tecnologia. Essa capacidade técnica, entre outras coisas, permite mudar a trajectória dos seus vectores mais novos em volo, enganando os sistemas anti-misseis ocidentais, e se estende à própria tecnologia anti-míssil, mais avançada que a ocidental e ainda por cima desenhada para contrapor uma ameaça bem menos perigosa do que os novos Bulava e RS-24, ou seja, os velhos Trident II, agora armados de apenas uma ogiva, e os ainda mais velhos Minuteman III, também armados com apenas uma ogiva.

Contar apenas com o arsenal embarcado, uns 900 mísseis antiquados e agora equipados com apenas uma ogiva por vector, me parece demasiado arriscado, especialmente quando temos em conta que existe a possibilidade da Rússia atacar preventivamente, inclusive atacando a posição dos submarinos, que pode ser conhecida por via da inteligência. Porém, tudo faz sentido quando temos em conta a cartada chinesa, e as relações que a China tem mantido com alguns estados "alinhados" com o "Ocidente". A China, e há provas disso, está determinada a seguir um plano para alcançar a hegemonia mundial, recorrendo inclusive ao genocídio de todos os outros povos, e as suas elites sabem que a guerra é inevitável. A alternativa, para elas, é cair.

A Rússia está condenada a longo prazo, e as elites globalistas desejam destruí-la. Assim, resta à Rússia tentar lançar a China numa guerra contra o Ocidente, aos globalistas, fazer uma guerra contra a Rússia que envolva a China, enquanto à China interessa uma victória militar contra as elites globalistas e a Rússia com um mínimo de esforço, tirando vantagens da desgraça alheia.

Nesse quadro, o mais provável é que a Rússia, deixada sem nenhuma opção diante da agressividade do Ocidente (Putin não pode amargar nenhuma derrota na política externa sem cair), que joga com o seu receio da China para a pressionar ao máximo, especialmente depois de uma possível guerra que trará consequências extremamente negativas e a enfraquecerá ainda mais, ataque o Ocidente em cooperação com a China, que receia o seu arsenal do vizinho setentrional, ficando a Rússia com a tarefa da invasão terrestre à Europa e à China uma invasão aos EUA, após um ataque nuclear preventivo russo bem sucedido, ou, o que imagino que acontecerá, um ataque surpresa contra a Rússia após a eliminação dos EUA e uma guerra de extermínio sem precedentes. Em tal situação, quem ficaria a ganhar, em teoria?

Olhando para o Médio Oriente, onde sabemos que é provável que o estopim para a tal guerra pode ser dado num ataque contra a Síria e o Irão, e o Ocidente parece estar a ser levado nessa direcção, quem se aproveitaria do vácuo criado pela destruição das potências regionais e por uma guerra mundial, que reduziria a Rússia, o Ocidente e a China a ruínas, ainda mais porque temos que levar em consideração que serão usadas armas nucleares, biológicas e químicas?

Considerando as forças militares da zona, é fácil chegar a uma conclusão. Abordarei o assunto novamente.

Fonte :   http://libertoprometheo.blogspot.com.br/2014/01/globalismo-cartada-sionista.html

#Nova Ordem Mundial Socialista "Fabiana ou Marxista"



 Nova Ordem Mundial Socialista (Fabiana ou Marxista) A obra de nova ordem mundial foi criada pela MAÇONARIA e outras ordens ou fraternidades ESOTÉRICAS e religiosas associadas, bem como grupos de interesse poderosos (políticos e/ou econômicos). O livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião” foi um plano da Sociedade Fabiana (do Socialismo Fabiano) que vazou, e chegou ao conhecimento do Czar russo Nicolau II, e este monarca absolutista mandou que se publicasse. Seus assessores o convenceram de que era uma obra judaica, uma conspiração sionista para dominar o mundo, e por isso, foi publicado com esse nome (“Sábios de Sião”), pois Sião é um monte que fica em Israel, onde se localizava o templo judaico, que hoje em dia está ocupado por uma mesquita muçulmana, O Domo da Rocha. O texto foi escrito pelos agentes marxistas da revolução russa, que estava em formação na época, e foi feito assim para colocar toda a culpa nos judeus, e ao mesmo tempo ocultar o projeto de nova ordem mundial SOCIALISTA que estava em formação (em germe) naquele momento. Em parte, tem razão quem acusa a participação de judeus nesse projeto de Nova Ordem Mundial, pois de fato, os grandes mandatários dos grupos globalistas são mesmo JUDEUS. Incluindo muitos judeus do movimento sionista. Não confunda Sionismo com Nova Ordem Mundial, pois vejo muitos blogueiros e vlogueiros dizendo bobagens, por puro PRECONCEITO, e puro anti-semitismo, por ter ódio ou birra de judeus, seja lá seus motivos. Sionismo é o movimento, ou política internacional judaica, de trazer os judeus de volta para sua terra de origem, isto é, Israel. Na antiguidade, Israel havia sido invadido muitas vezes, e sua existência sempre foi ameaçada por potências hostis, povos intolerantes, que desejavam exterminar os judeus. Mas vez após vez, os judeus superaram as invasões, e as diversas dispersões que o povo sofreu ao longo de sua história (diásporas), sempre conseguiram retornar a sua terra. O nome sionismo vem de Sião, como já dito. E significa o retorno dos judeus à sua terra de origem, a terra de seus antepassados. Sionismo é o oposto da diáspora (dispersão e exílio). A diáspora ou dispersão, como diz o nome, retirou os judeus de sua terra, e os espalhou pelos diversos países do mundo. A política sionista é tão somente promover o retorno dos judeus à sua terra, e garantir a existência do estado judaico e a sobrevivência de sua população. É só isto. Sionismo é tão somente isso, nada mais. E da minha parte, TEM TODO MEU APOIO MORAL, e também ideológico (se quiser rotular assim). Apoio Israel e os judeus. No entanto, o fato de eu ser pró Israel não me torna um imbecil, cego fanático que não percebe as coisas. Claro que não. Eu sei PERFEITAMENTE BEM que existem sim MUITOS JUDEUS, MAS MUITOS MESMO, que estão envolvidos com esse projeto de Nova Ordem Mundial. Talvez, esses judeus engajados no projeto de Nova Ordem Mundial tenham ajudado ao Sionismo em um dado momento, pelo fato deles terem algum sentimento judaico inerente a suas raízes. Pode ser. Não estou afirmando. Estou apenas especulando, tentando levantar algumas hipóteses. Pode ser que os globalistas ajudaram os sionistas num dado momento porque eles tinham algum sentimento judaico residual, e por simpatia a seus patrícios tentaram lhes dar algum apoio. Ou, devido ao próprio projeto de Nova Ordem Mundial, os globalistas perceberam que poderiam utilizar o sionismo como boi de piranha, pra que o mundo se voltasse contra os sionistas, acusando-os de conspiração mundial, e assim, os verdadeiros conspiradores ficassem ocultos, enquanto a imprensa mundial (que pertence aos globalistas) concentra as críticas apenas ao estado judaico. Existe uma crença judaica, de que haverá uma época em que o Messias (em hebraico Mashiah) surgirá, e o templo judaico será reconstruído, e ele, o Messias, restabelecerá um reino de ordem, de paz, de concórdia, e de prosperidade no mundo, e governará desde Sião, como diz nos textos da Tanach (Bíblia hebraica, erroneamente chamado de “Velho” Testamento), e nas interpretações talmúdicas. Devido a essa crença judaica, muitos anti-semitas ou gente atéia ou de outras religiões que tem ódio da religião judaica, acusa os sionistas de estarem conspirando contra o mundo, para criar uma Nova Ordem Mundial onde somente os judeus serão os donos de tudo, e os outros povos serão como gado para servir ao povo judeu. Num certo sentido, esses críticos tem CERTA (alguma) razão. Pois de fato, muitos rabinos tem declarado que os goins (gentios, ou seja, os não judeus) só existem para servir aos judeus, e que não valem nada, e assim por diante. Isso é um fato! Não podemos negar que existem mesmo judeus fundamentalistas, extremamente fanáticos e ultra nacionalistas que sentem NOJO dos não judeus e os trata como se fossem animais. Isso é a mais pura verdade. Esse preconceito racial e religioso EXISTE SIM! Não sejamos hipócritas e fingidos. Temos de dizer a verdade como ela é. E a verdade é que existem sim, muitos rabinos e inclusive judeus comuns, que não são rabinos, que tem esse pensamento. Não estou acusando aqui todos os judeus do mundo, do planeta, de serem odiosos preconceituosos, racistas, xenófobos, e conspiracionistas da Nova Ordem Mundial. Nada disso. Já declarei aqui e em outros artigos meus o meu apoio a Israel e aos judeus. E não fiz isso apenas pra aplacar ou amortecer a revolta pelas coisas que digo em seguida, como se fosse pra disfarçar pra agradar, ou amansar pra depois descer o cassete. NADA DISSO. Estou apenas tentando ser imparcial. O que quero dizer é o seguinte: O projeto de Nova Ordem Mundial EXISTE. Tem gente de TODAS AS NACIONALIDADES envolvida nesse projeto, incluindo MUITOS JUDEUS, sendo estes, inclusive, os maiores mandatários desse Projeto da Nova Ordem. A existência de judeus no plano da NOM confunde os críticos, e os faz pensar que os sionistas são os mentores da NOM. É isso que estou dizendo. Não estou aqui pregando ou semeando ódio anti judaico. Só estou querendo fazer uma análise imparcial, pelo menos TENTO fazer. Não vejo o sionismo como parte integrante da NOM, de maneira alguma. E não vejo o sionismo como a ideologia que criou o NOM, e usa de seus meios pra realizar a NOM. Não penso isso. Tenho minhas hipóteses para tentar entender a origem desse sentimento anti judaico, que tenta IMPUTAR EXCLUSIVIDADE aos judeus,, de serem ou de desejarem ser os “donos do mundo”. Esse pensamento e esse sentimento anti judaico vem, em grande parte (na minha opinião), do fato de que, no atentado de 11/set/2001 nas Torres Gêmeas do WTC em Nova Iorque, nenhum judeu morreu no ataque. O que faz muita gente concluir que se isso ocorreu porque os judeus SABIAM de antemão que aquilo ocorreria, e por isso mesmo nenhum judeu compareceu naquele dia. Isso é um dado curioso, que nos faz certamente DESCONFIAR. Óbvio. E junto disso, temos outros dados importantes, tais como, na época da revolução comunista russa em 1917, em plena 1ª guerra mundial, as igrejas ortodoxas russas foram destruídas, mas NENHUMA SINAGOGA foi afetada. E Trotsky era um dos líderes revolucionários, e ele era judeu. As famílias Rockfeller e Rothchild, tem ascendência judaica, e são as principais famílias donas das maiores fortunas do planeta, e os principais membros da seita esotérica supra-maçônica conhecida pelo público internauta, extensamente discutida e denunciada como “Illuminati”. Pois bem, essas duas famílias que integram o quadro dos GLOBALISTAS, esse grupo que pretende implantar a NOM, foram essas duas famílias, mais algumas outras, que financiaram as duas guerras mundiais, financiaram a revolução russa, e depois, financiaram a URSS, e financiam toda a esquerda marxista leninista em todo o planeta. Essas informações não podem passar despercebidas. Bem como o senhor George Soros, também de ascendência judaica, participa dessas tramas no mundo. Ele que financia muita ONG, e muitos movimentos de esquerda, ateísta, abortista, feminista, droguista, e assim por diante. Ele seus comparsas globalistas que promovem a mudança de valores nas sociedades ocidentais, com ênfase na destruição dos valores judaico cristãos, em especial, na destruição da religião cristã. EXATAMENTE COMO CONSTA NO LIVRO “OS PROTOCOLOS DOS SÁBIOS DE SIÃO”


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Neste livro, diz que os conspiradores tem de ser como LOBOS EM PELE DE OVELHA.E curiosamente, no símbolo ou logotipo da Sociedade Fabiana, que defende o Socialismo Fabiano, tem a imagem de um lobo em pele de ovelha.
E esses caras globalistas pertencem a esse grupo de socialistas fabianos, por isso, se entende porque essa gente ricaça só tem financiado os marxistas no mundo.

Eles querem implantar o socialismo, mas usam os marxistas como testas de ferro, pra se FUDEREM na frente, e fazer experiências sociais, para que os fabianos possam ver, medir, e tirar suas conclusões, e assim estudar e planejar os próximos passos, para a implantação da Nova Ordem Mundial.
A revolução russa foi financiada pelos fabianos norte americanos.
Quando os marxistas tentaram dominar o mundo, e estava ameaçando o planeta, os fabianos usaram seu poder de influencia dentro dos Estados Unidos, e contiveram o avanço soviético, mas nunca quis destruí-los, pois o comunismo e o socialismo é útil ao projeto de Nova Ordem Mundial Socialista Fabiana, também chamada pelos blogueiros de NOM Sionista, ou de NOM Illuminati.

No livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, diz que os conspiradores fariam a fusão de empresas, e as maiores comprariam as menores, e assim engoliriam todo o mercado, e o mercado seria extinto, exatamente um projeto SOCIALISTA, onde a livre empresa não existe e o livre mercado tampouco, ou então, reduzido a micros e pequenas empresas, para o povo simples, enquanto as grandes empresas, e os setores mais importantes e estratégicos, ficam na mão desses grupos socialistas, e através dessas empresas ou industrias de base, fundamentais, eles regulam toda a economia, e suas famílias mantém uma dinastia, concentrando o poder político, econômico e militar em suas mãos, e o povão faz parte da massa súdita.

Daí a necessidade de se extinguir a propriedade privada dos meios de produção (empresas), progressivamente por meio de impostos cada vez mais altos.
Essa é a idéia do socialismo, coletivizar para o populacho, para o gado súdito, enquanto que a elite do partido vermelho revolucionário, é usada para manter o povo em ordem, e fazer a “justiça” social para que os socialistas fabianos (maçônicos illuminati”) possam mandar no mundo.

Essa rixa entre fabianos e marxistas é que tem feito o Vladmir Putin armar a Rússia, e criar o Movimento Eurasiano, pra fazer guerra aos Estados Unidos, e assim, tirar o poder militar das mãos dos globalistas fabianos ocidentais, que usam os EUA como instrumento de sua dominação.

Quando os russos e chineses, e demais socialistas do planeta e islâmicos falam mal dos EUA, na verdade, teriam de falar mal dos grupos globalistas, que se apoderaram da máquina estatal norte americana e de seu poder militar pra levar seu projeto de NOM ao mundo.

Foi o Obama que ajudou os rebeldes árabes na chamada “Primavera Árabe”, onde derrubou políticos simpáticos ao ocidente e que tinham boas relações com Israel.
Ou seja, se o objetivo da NOM é fazer dos EUA o mandante do mundo, porque os políticos americanos comandados pelos globalistas acabaram com os amigos dos EUA, e deixaram campo livre para a irmandade muçulmana ocupar o lugar?
Isso não tem lógica.

Se a NOM fosse um projeto americano pra mandar no mundo, não faz sentido os conspiradores da NOM destronar os amigos dos EUA para que os inimigos assumam o lugar.
Quem quer mandar no mundo tem de colocar seus agentes paus mandados pra governar a favor dos EUA, e não contra os EUA.

Sem contar o fato de que os últimos governantes americanos apenas ajudaram os inimigos dos EUA.
As políticas externas dos últimos governos dos EUA têm favorecido os inimigos, porque tem destruído a economia americana por dentro.

A FEMA, Federal Emergency Management Agency (Agência Federal de Gerenciamento de Emergência) criou durante o governo Bush, vários campos de concentração com fornos crematórios, e vários cemitérios de concreto, e comprou milhões e milhões de caixões de plástico, que podem conter uns 4 ou 5 corpos humanos deitados, ou várias crianças.
Ônibus e mais ônibus de evacuação em massa, e aviões estacionados em imensos pátios no desertos americanos, esperando o momento de serem usados. Todos próximos de entroncamentos rodoviários e de linhas férreas, pra facilitar o transporte.

Porque isso tudo?

Vários denunciadores, pessoas que tomaram conhecimento dessas coisas, tem dito que o governo dos EUA está sendo usado pelos conspiradores da NOM pra implantar sua agenda global, e ao mesmo tempo pra destruir os EUA por dentro, e num futuro não muito distante, eliminar boa parte da população norte americana.

Essas coisas não podem ser ignoradas.

Não se pode acusar os EUA de serem conspiradores da NOM, nem os sionistas.
Pois a NOM quer eliminar os EUA, e quer acabar com as soberanias de todos os países, e quer inclusive acabar com o estado de Israel.
É um projeto globalista que visa em primeiro lugar acabar com os EUA, mas não pode eliminá-lo de uma vez, pois essa elite globalista precisa da força militar americana pra subjugar os povos rebeldes que não obedecem seus planos de NOM.

Os sionistas criaram o Estado de Israel, uma soberania que vai contra os interesses da NOM, já que a NOM quer transformar todos os países em províncias de um mundo globalizado, em províncias obedientes a um governo mundial, centralizado nas mãos desse grupo socialista Fabiano (ou se preferir chamar, nas mãos dessa elite maçônica illuminati).

Esse círculo Fabiano é composto por gente de várias nacionalidades.
Tem judeu, tem americano, tem inglês, tem francês, tem alemão, tem italiano, tem espanhol, tem russo, tem holandês, tem belga, tem português, tem árabe, tem sueco, tem finlandês, tem norueguês, tem dinamarquês, tem suíço, tem canadense, tem japonês, tem mexicano, tem brasileiro, tem indiano, australiano, e assim por diante.
Tem gente de vários países envolvidos nessa trama. Claro que, dentro de uma hierarquia.
E dentro dessa pirâmide de poder, os mais famosos e mais denunciados e citados são os caras das famílias Rockfeller e Rothchild, de ascendência judaica.

Talvez daí venha essa idéia de que a NOM seja uma conspiração judaica, e “sionista”.

Eu digo que não é sionista porque sionismo visa à independência e a soberania do estado de Israel, e isso contraria os interesses da NOM, que não quer nenhum país rebelde, quer que todos sejam submissos a NOM, e que não haja mais fronteiras nacionalistas, orgulhos nacionais, nem nada to tipo.

O Islamismo faz exatamente isso, passa por cima das identidades nacionais como uma locomotiva, e quem manda é o califado.

A NOM pretende extinguir as soberanias nacionais, subjugando os povos, e mantendo-os obedientes ao poder central do governo global, por enquanto, sendo conduzido pela ONU.

Outro fato que temos de levar em consideração, é que a imprensa mundial, está nas mãos desses grupos globalistas, dessas pessoas engajadas no projeto da NOM, e eles só usam a mídia deles pra colocar a culpa em Israel.

De modo que, se a NOM é sionista, porque descem o cassete em Israel, se o sionismo seria tornar Israel o dono do mundo?

Não procede essa crítica.

Tanto que a maior parte dos judeus norte americanos são esquerdistas, e não ligam a mínima para o estado judeu, e quer mais que Israel se exploda.

A NOM não é uma conspiração sionista e muito menos norte americana.
A NOM é um projeto globalista da sociedade Fabiana, que usa o seu  poder de influencia através da maçonaria internacional, sendo a seita “Illuminati” a ordem chefe, a ordem mestra, a ordem QUE MANDA, são os maestros que regem essa orquestra macabra nos subterrâneos e nos bastidores da política internacional e nas políticas internas dos países, onde os seus servidores fiéis e os servos comprados atuam, e executam suas ordens.

    
A NOM usa o grande poderio militar dos EUA e da OTAN, que eles controlam, através de seus políticos paus mandado para governar os EUA e os principais países da Europa, e através destes, eles levam a cabo seus planos.

Aí... os esquerdistas do mundo todo acusam os EUA de serem imperialistas, e que a NOM é um projeto norte americano pra dominar o mundo, e outros que são anti judeus acusam a NOM de ser um projeto sionista pra controlar o planeta e manter todos os povos submissos à Israel.
E tem os que acham que a NOM é uma parceria judaica americana para juntos dominarem o mundo.

Ou seja, as interpretações sobre a NOM vem dos preconceitos de cada grupo ou cada indivíduo que denuncia.

No caso do “irmão” Rubens, conhecido pelo seu canal Verdade Oculta, do site You Tube, pelos seus DVDs da série “Prepare-se”, que contém muita coisa boa, diga-se de passagem, inclusive muitos vídeos e informações divulgadas nesse blog veio do trabalho do Rubens Sodré, porém, apesar dele ter feito muita coisa boa, não quer dizer que ele esteja 100% com a razão.

O que ocorre é que o “irmão” Rubens passa a mensagem para seus seguidores de que a NOM é um projeto norte americano para governar o mundo.
Em um vídeo recente, de menos de um ano, ele disse, não sei se a contra gosto, ou não, que não são os EUA, mas sim, o governo dos EUA, ou seja, estabelecendo uma diferenciação entre povo americano, e políticos americanos que estão ligados a NOM.

Foi um avanço, mas muito tímido. Pois nunca mais falou no assunto.
Dá a entender que ele só falou isso devido a muitas críticas que vinha recebendo e muita gente orientando ele a ver os vídeos das explicações do Olavo de Carvalho, onde o Olavo prova com muita maestria que a NOM não é um projeto americano, mas sim, um projeto supranacional, de pessoas ricas e loucas, megalomaníacas, que são radicalmente antiamericanas, e que pretendem dominar o mundo, e quer em primeiro lugar dominar os EUA, mantendo os EUA dentro de suas garras, para usar os EUA para levar a cabo seus planos, e no fim de tudo, acabar com a população americana.
Gozado que, o próprio “irmão” Rubens mostra que os globalistas querem acabar com a população americana que despertou pra realidade e que é contra a NOM.

Percebo que o Rubens Sodré se perdeu um pouco, e se tocou, tanto que agora ele só fala de outros temas, e deu um tempo na série “Prepare-se”, e parou de ser insistente e incisivo contra a NOM.

O fato foi que o Olavo de Carvalho lançou muita luz sobre essas questões, e desmascarou muita gente idiota que só falava de Illuminati, e de EUA, etc, etc, etc...

Ficou claro que existe uma luta entre os antigos soviéticos (atuais condutores do movimento eurasiano) do esquema globalista russo-chinês, contra os globalistas ocidentais (socialistas fabianos) da NOM maçônica “illuminati”.

Além, é claro, do Olavo ter revelado a existência de um terceiro grupo globalista, que são os radicais do bloco islâmico.
  
Quando os russos e aliados falam no combate aos EUA, pra acabar com o mundo unipolar e criar um mundo multipolar, na verdade, estão querendo encobrir seus objetivos imperialistas antigos.
No tempo da URSS, a Rússia usava dos movimentos revolucionários de todos os países pra expandir o comunismo ao mundo, para que a Rússia mandasse em tudo e em todos, pois todos os comandantes revolucionários de cada país prestava contas ao partido comunista russo. Que por sua vez era instrumento da elite russa, que mantinha o controle do partido e de todos os setores da sociedade russa através da sua polícia secreta a KGB, que no ano 2000 trocou de nome pra FSB.
Enfim, até o merda do Che Guevara falou que a Rússia também era imperialista, e por isso morreu. Morreu porque o pensamento dele divergia da corriola do Fidel Castro, e dos interesses russos, e como ele causou mal estar em Cuba, se afastou e foi se juntar aos rebeldes insurgentes da Bolívia, onde acabou sendo vítima de uma emboscada, e MORTO.
E pra tirarem proveito da morte desse infeliz, a revolução cubana orientada pela Rússia disse que quem matou o Che Guevara foi o “império” (isto é, os americanos).
Exatamente como ocorreu no Brasil no tempo do Regime Militar, quando os próprios revolucionários matavam gente de seus quadros porque divergiam ou fraquejavam, e praticavam atos de justiçamento.
Eliminavam os estorvos, e ao mesmo tempo tiravam proveito disso, colocando a culpa no Regime Militar, dizendo que eram desaparecidos políticos.
Este é o modus operandi da esquerda.
No mundo todo é assim.

E isso tudo veio da Rússia. Que nunca abandonou seu projeto (ou ambição) de mandar no mundo.

Quando a Rússia e seus aliados falam, portanto, num mundo multipolar, na verdade é uma farsa.
Pois esses países, ou atores globais são nada mais nada menos do que vassalos da Rússia.

É a Rússia que está por trás desses países.
Rússia e China, mandando nesses países, e estes simulando independência, simulando interesses diversos e próprios, como se não estivessem alinhados a seus chefes.

Outro mentira desse discurso russo de defesa do mundo multipolar, é insinuar que quem manda no mundo são os EUA. E que os EUA são a potência hegemônica.

Quem manda no mundo são os Globalistas, aqueles caras da sociedade socialista Fabiana, que querem uma NOM a todo custo.
Os EUA já foram engolidos pela NOM, e seus políticos paus mandados fazem o que essa elite maldita quer, e usam o poderio militar dos EUA pra subjugar aquelas nações rebeldes, que não desejam se submeter ao poderio do governo mundial através das deliberações da ONU.

É isso que tem de ficar claro.

Os EUA não são a NOM. Nem os sionistas são a NOM.
A NOM é um projeto do grupo globalista ocidental, que usou os soviéticos no passado, mas que esse plano fracassou, e criou um inimigo poderoso.
Como a URSS se tornou um perigo para o mundo e para a NOM, a sociedade Fabiana cortou o fornecimento de dinheiro para a URSS e a URSS se desintegrou.

Agora, o Putin com sua corriola está restaurando lentamente o antigo poder soviético, mas sob uma nova ideologia, não mais a marxista, mas sim, do Movimento Eurasiano.

Eles estão com ira, com raiva dos seus antigos aliados fabianos, e querem se vingar.
Mas associam a NOM aos EUA, como faz o professor Alexander Dugin, mentor do Putin nesse plano do movimento eurasiano.

O esquema globalista imperialista russo chinês está rivalizando com a NOM ocidental.

Dessa queda de braços entre esses dois grupos poderá eclodir a terceira guerra mundial.

Segundo o livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, os conspiradores da NOM pretendem dominar todas as empresas de Armas, do ramo farmacêutico, das telecomunicações, indústrias de base, as empresas petrolíferas, produção agrícola e sistema bancário.

Ou seja, isso fica claro aos que sempre souberam das pretensões socialistas de extinguir o capitalismo, que a NOM é um projeto socialista mundial, misturado com uma espécie de monarquia, que será constituída por várias famílias, trilionárias, estabelecendo um mundo sem fronteiras, sem livre mercado, sem soberanias nacionais, que toleram apenas pequenas propriedades que não ameaçam o controle da economia, num mundo com pouca população, onde essas famílias se perpetuarão através de dinastias, cada uma dessas famílias regendo um setor do planeta, ou região administrativa.

Daí entendemos como faz todo o sentido do mundo aquele Codex Alimentarius, as pretensões da MonSanto, a implantação dos CHIPS na pele das pessoas, pra controlar a população, etc...

No ocidente está havendo uma diminuição das igrejas cristãs, e uma crescente fúria e insatisfação generalizada contra o Cristianismo, e uma campanha cultural contra ostensiva contra a moralidade judaico cristã, exatamente como consta no Livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião”.

Uma coisa é clara, a NOM existe!
Está agindo, e está sofrendo ameaças do movimento eurasiano russo chinês.

Ao mesmo tempo, na América Latina, impera o socialismo do Foro de São Paulo.
Assim como na África através da União Africana.
Assim como fizeram na União Européia, onde as soberanias políticas dos países na prática já não existem, pois cada país da UE deve obediência ao parlamento Europeu, sediado em Bruxelas, na Bélgica.
Esses movimentos esquerdistas tem dominado tudo.

Resta-nos saber o seguinte:

Quem vencerá?

1 - A NOM (do socialismo Fabiano) que controla os EUA e a UE;
2 - O movimento eurasiano, que criou a Shangay Cooperation Organization;
3 - Os radicais islâmicos que penetram lentamente nos países por meio de imigrações;

Não sei quem vencerá.
Não sei qual socialismo dominará o mundo, se será o marxista ou o Fabiano.
Não torço pra nenhum dos grupos.

Sabemos que o Foro de São Paulo, a CELAC, a UNASUL, a União Africana, BRICS, são orquestrações do movimento eurasiano, pra rivalizar com a NOM.
O NAFTA e a UE são obras da NOM, assim como a chamada “Aliança do Pacífico”, que engloba México, Colômbia, Perú e Chile, parece também ser obra da NOM (socialista Fabiana) que tenta frear as investidas dos eurasianos.

A meu ver, a única maneira de nos livrarmos dessas ameaças seria a vitória dos conservadores republicanos nos EUA, a restauração da nação norte americana, o fortalecimento da economia e o aumento do poder militar americano, a prisão de todos os globalistas, o confisco de todas as empresas deles, e o fechamento e criminalização da ideologia socialista nos EUA, e em seguida fazer uma guerra total contra os russos e chineses, e por fim, uma guerra contra os radicais muçulmanos, eliminando as lideranças, e acabando com as elites européias ligadas a NOM.
Depois que isso for feito no mundo, e confiscado e leiloado os pertences dessa gente maldita, o mundo poderia então respirar em paz.
E o restante das coisas se resolveriam com o passar do tempo.

Haveria um recrudescimento natural das esquerdas, elas perderiam o crédito e os apoios nacionais e internacionais, e o mundo seria outro, MUITO MELHOR, onde reinaria a paz!

Esse é meu pensamento.

Enquanto existir radicais islâmicos, marxistas e fabianos no mundo, não haverá paz!


Fonte :  http://averdadequeamidianaomostra.blogspot.com.br/2013/10/nova-ordem-mundial-socialista-fabiana.html